Recursos Humanos

Archive for setembro 2010

Mas o problema é que justamente em tempos difíceis que os gerentes, líderes e demais profissionais ligados à gestão de pessoas esquecem-se do básico, que é manter a equipe motivada e preparada para enfrentar dificuldades.

Os gerentes e profissionais de RH devem a todo custo tentar evitar um alto índice de turnover, que acaba sendo muito caro para a companhia. Perde-se em custos de dispensa, ações trabalhistas, baixa produtividade e, posteriormente, no recrutamento das pessoas substituídas.

Assim, motivar através do reconhecimento, sem grandes projetos e sistemas complexos, torna-se fundamental para empresas de todos os portes e segmentos. Confira a seguir algumas dicas de como motivar o seu time. Você pode começar hoje mesmo:

1. Conheça – realmente – os seus funcionários

Parece muito simples, mas será que você aplica essa prática na sua empresa? Não estamos falando de conhecer o que faz a estagiária ou o gerente-geral, mas de saber exatamente com quem você trabalha, o que eles pensam e como vêem a empresa. Os colaboradores com certeza se sentirão valorizados com a sua preocupação e interesse.

2. Comunicação é fundamental

Será que algumas dessas situações lhe parece familiar?

* Um cliente liga para a empresa para saber sobre um novo produto ou serviço – e as pessoas da equipe não têm a informação que o cliente precisa
* É feita uma grande venda de produtos de uma vez só mas, ao invés de saber da informação pelo Departamento de Comunicação interna ou mesmo o gerente de área ou o RH, os colaboradores ficam sabendo da novidade pela rádio-peão
* Há a implementação de um novo procedimento – mas até as pessoas da equipe relacionadas ao projeto – ou que vão trabalhar diretamente com ele – ficam surpresas
* Alguém na empresa ultrapassa as metas e consegue clientes e contas de peso. Este crescimento é divulgado? O funcionário em questão é reconhecido – com um prêmio ou mesmo com um anúncio formal das suas realizações?

Os líderes normalmente acham que se comunicam de forma eficaz. Mas é preciso ir além do tradicional quando se trata de motivar e reter os talentos. Confira alguns toques muito úteis do que você pode fazer sem gastar muito:

* Crie um “barulho positivo” na organização e principalmente entre a sua equipe.
* Use o e-mail para mandar mensagens de agradecimento, congratulações e incentivo.
* Mensagens de voz também são uma boa forma de enviar um elogio, ou mesmo uma crítica ou sugestão de como o trabalho pode ser melhorado.
* Divida os resultados – os bons e os ruins – com seu time e também com toda a empresa. Permita que seus colaboradores saibam como a organização está indo nos negócios.
* Esteja visível e ao alcance dos outros colaboradores. Quiando você menos esperar, eles podem precisar de você.
* O guru Tom Peters disse certa vez que todos os líderes precisam praticar o MBWA, sigla em inglês para Management by Walking Around. Não é nenhum curso novo de MBA, mas a prática de andar pela empresa, ser acessível a todos e saber a hora de escutar e de falar. Isto é liderança.

3. Todos precisam de reconhecimento

Pense por alguns minutos. Relembre como você se sentiu quando foi reconhecido por alguma coisa que fez de bom para a empresa. Esse sentimento de ver o seu esforço sendo reconhecido conta muito – e o melhor, você não gasta nada para fazer isso.

Especialistas em gestão de talentos alertam: reconhecer e estimular a equipe é uma das ferramentas mais acessíveis e estratégicas para reduzir o turnover e manter um bom clima na empresa. Difícil de fazer? Nem tanto. Selecionamos abaixo mais algumas idéias de como levantar o astral da equipe, confira:

Surpreenda!
Foi uma semana complicada, todos estão visivelmente cansados e abatidos, mas felizes por terem atingido os resultados. Que tal presenteá-los com uma agradável surpresa? Pode ser uma rodada de pizza que chega na hora do almoço, um anúncio dedicando a tarde de sexta-feira livre para todos ou mesmo a distribuição de sorvetes no término do expediente. Tudo bem, você pode gastar um pouco com essa brincadeira, mas certamente a satisfação e alegria dos funcionários será muito maior e recompensadora.

Conversando a gente se entende
Nas conversas que você tem com cada membro da equipe – sim, isto é altamente recomendável – você pode aproveitar para saber dos resultados, esforços e ainda oferecer conselhos relativos à carreira e desenvolvimento pessoal e profissional de cada um. Claro, conversando pessoalmente com o funcionário você também pode questionar e criticar se preciso – já que só elogiar e não monitorar o trabalho de forma racional e consciente também não adianta. Para terminar, conceda elogios quando a pessoa merecer. Nada melhor do que um “Nossa, mas o projeto ficou bom mesmo!” “Aquela planilha que você fez ficou ótima” ou “O cliente comentou comigo que gostou muito da sua apresentação”. É como aquela conhecida propaganda de conhaque: desce macio e reanima. Um elogio também gera isso, e muito mais.

Use a palavra mágica – Obrigado – em todas as ocasiões
Este conselho parece muito simples e até um pouco pretensioso. “Quer me ensinar a ter educação”, poderia pensar você, caro leitor. Mas o fato é que muitas vezes esquecemos de agradecer um ou outro colaborador em situações banais do dia-a-dia, e sequer imaginamos a falta que um agradecimento pode fazer a quem fez o trabalho. Da mesma forma, dizer algo como “Tchau, bom fim semana. Você merece!” também é muito importante.

Celebre as pequenas e grandes vitórias da empresa
Um novo cliente assinou o contrato? Comemore.
Alguém conseguiu fechar uma grande conta, que trará dinheiro e visibilidade para a empresa? Comemore.
O cliente mostrou que gosta dos produtos e serviços prestados por vocês, e não pretende mudar de opinião tão cedo? Comemore.
A auxiliar de DP anunciou que está grávida e vai ganhar o bebê que ela tanto sonhou? Comemore.
É sexta-feira? Reúna a equipe e comemore!

São atitudes como essas que fazem o time ficar mais unido, animado e, claro, motivado. São pequenas demonstrações de carinho, cuidado e afeto para com o grupo, que com certeza serão retribuídas – com mais trabalho, mais entusiasmo e mais lucro para a empresa.

Você já comemorou algo hoje? Saiba que ainda dá tempo, e pelo menos um motivo para celebrar você deve ter. Pode ser uma vitória pessoal ou da equipe, o que importa é fazer uma festa, dar uma reanimada no pessoal. Mas não esqueça: quando for fazer, faça de coração, senão vai parecer impessoal e forçado, o que pode gerar o efeito contrário. Boa sorte!

http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=p9cjxo0df

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O estudo motivacional começou a muitos anos atrás pelos cientista Abraham Maslow,Hezberg dentre outros.Em todos os indivíduos estão presentes fatores que levam a ele a adquirir felicidade ou se tornar uma pessoa infeliz.As necessidades dos indivíduos são importante para analisar os estudos motivacionais observando se determinada necessidade está sendo suprida.
Hoje a parte financeira não é o mais importante para motivar o colaboradores pois,a motivação vai muito alem de ganhos extras.A motivação é essencial para que o setor se desenvolva pois,com ela tudo flue e todos colaboradores daquele setor alcançam seus objetivos e contribuem para o desenvolvimento da empresa.
Cabe a cada gestor utilizar ferramentas motivacionais para aprimorar as técnicas e motivar os seus funcionários.Seguem abaixom algumas ferramentas:
– Ferramenta Kaizen = Essa ferramenta aborda a melhoria contínua e contribue para ampliar a motivação dos colaboradores através da busca contínua de qualidade com reuniões de supervisores e colaboradores.
– Ferramenta 5 S = surgiu no japão,essa ferramenta visa deixar o ambiente harmonioso,limpo com energias boas e agradáveis e o papel dessa ferramenta é que todos os colaboradores se relacioname com seus colegas e gestores de maneira harmoniosa.
Essa são algumas ferramentas para motivar os seus funcionários.Lembrando que dinheiro na vida não é tudo,apenas ajuda a suprir nossas necessidades.Muitas vezes é melhor um simples elogio agradacendo pelo trabalho bem feito do que um bonus salarial ou o aumento de salário.Afinal,um elogio aumenta nosso ego e faz com que nos sentimos úteis para nossos gestores e para uma organização como um todo.

http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=44pyk3pwk

Altemir Carlos Farinhas

Absenteísmo é o nome dado à quantidade de faltas e aos atrasos dos empregados no trabalho, importante preocupação na administração de Recursos Humanos. E isso é um grande problema. A empresa é quem sofre com os prejuízos financeiros causados por atrasos na produção ou na entrega de mercadorias, perda de ritmo nas atividades a serem desenvolvidas, descontentamento de clientes, chefes e colegas de trabalho.

Pode até parecer que é simples e fácil resolver essa situação, mas não é. Aqueles que trabalham e se sentem sobrecarregados, comentam na “rádio corredor” tanto o que acontece com o funcionário quanto as medidas tomadas pela empresa, comentários quase sempre ampliados que vão minando o ambiente.

É preciso agir sobre as possíveis causas para estancar o prejuízo da empresa e não sobrecarregar os outros empregados. O gestor deve ficar atento ao que acontece perto e longe do seu alcance, ser um verdadeiro Sherlock Holmes, um “detetive consultor”. Ou seja, significa que o chefe pode ajudar seus funcionários, observando-os com sua habilidade de resolver problemas ou enigmas, apenas usando a faculdade de observação e de dedução.

Holmes, o personagem de Conan Doyle, demonstra ao longo das suas histórias, uma capacidade de dedução e um senso de observação impressionante, quando envolvido em algum problema. Pode passar noites sem dormir ou comer, até resolver definitivamente o enigma. Uma sugestão é fazer uma relação de perguntas e dados para identificar se o problema é financeiro.

– Quantos funcionários estão faltando?
– Com que frequência isso acontece?
– Qual a faixa salarial que mais apresenta esse comportamento?
– Quantos solicitam pedido de adiantamento de férias ou de décimo terceiro?
– Quantos estão pedindo demissão?
– O que a assistente social tem a dizer?
– E a entrevista com o médico, a ficha da anamnese diz alguma coisa?

O trabalhador pode atrasar-se ou faltar por enfrentar problemas de transporte, problemas climáticos, doenças, falecimento de um ente querido, problemas pessoais ou familiares, alcoolismo, entre outros. Atenho-me a falar sobre os problemas financeiros, dívidas ou dificuldades financeiras que tiram o sono do funcionário, que na maioria dos casos já está sem ânimo ou esperança.

Garanto que muitas dessas doenças e pressões que sofre o trabalhador tiveram sua origem ou forma potencializada por falta de administração das finanças pessoais. O empresário ou o gerente que apenas pune o funcionário, e fecha os olhos para o que está acontecendo ao redor, não compreende que está vendo apenas a ponta do iceberg. É muito mais fácil descontar e punir o empregado, porém essa não é a solução correta. O líder deve observar que o trabalhador precisa de ajuda, conversar com ele e entender que o fardo de quem está com dificuldades financeiras é muito pesado.

Endividamento dos brasileiros bate recorde e chega a R$ 555 bilhões
“Nunca o brasileiro deveu tanto. Entre cartões de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, empréstimos para compra de veículos, imóveis – incluindo os recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) -, a dívida das famílias atingiu no fim do ano passado R$ 555 bilhões. O valor é quase 40% da renda anual da população, que engloba a massa nacional de rendimentos do trabalho e os benefícios pagos pela Previdência Social…” (Fonte: http://www.estadao.com.br – Jornalista Márcia De Chiara – 15/02/2010)

A facilidade de crédito farto, prazos cada vez mais longos, empréstimo consignado, financiamentos, limite do cheque especial, do cartão de crédito, o marketing agressivo, a compra por impulso, a falta de controle, o lançamento de novos produtos, uma infinidade de coisas que afetam o trabalhador.

Invista em ajudá-lo, caso contrário você perderá os anos que investiu nele e terá que começar tudo de novo, demitindo um para contratar outro, com a grande probabilidade de encontrar mais uma pessoa em dificuldades financeiras. Um trabalhador que recebe R$ 700,00 e trabalha a 14 meses na empresa, ao ser demitido, pode gerar um custo superior a R$ 2.000,00. Fora tudo o que já foi gasto na contratação, na preparação, com treinamentos etc.

Grandes líderes em grandes organizações estão vendo mais do que faltas ou atrasos, percebem que existe um motivo e proporcionam Educação Financeira para todos os funcionários. Somente no primeiro semestre desse ano eu já atendi muitas empresas, foram mais de 80 palestras e 17 cursos. O investimento na contratação de uma palestra, se comparado ao gasto com a demissão de um funcionário, é irrisório. Um pequeno investimento para defender o maior patrimônio da empresa, o trabalhador.

http://www.rh.com.br/Portal/Motivacao/Artigo/6790/absenteismo-e-punicao.html

Jerônimo Mendes

De acordo com Thomas Dewey, político e promotor norte-americano, sentir-se importante, ser reconhecido e ser valorizado são os três princípios básicos da natureza humana. Com base nesse pressuposto, uma das reivindicações mais esperadas pelos profissionais de uma organização é o famigerado reconhecimento e na maioria delas, isso acontece para poucos privilegiados ao longo de uma carreira profissional de 20 ou 30 anos de bons serviços prestados.

Durante as minhas andanças pelas empresas, é comum ouvir as pessoas reclamarem que estão no mesmo cargo ou setor há anos e não são reconhecidas. E depois de cinco anos, talvez eu volte lá e encontre as mesmas pessoas reclamando que ainda não foram reconhecidas. E lá se vão dez anos e as mesmas pessoas ainda continuam esperando o dito reconhecimento. E da próxima vez que eu encontrá-las com a mesma reclamação na ponta da língua, a pergunta será muito simples: o que é você ainda está fazendo aqui?

O ser humano é carente em todos os sentidos. A pressão diária pela sobrevivência não é prerrogativa dos mais fracos, portanto, a eterna busca do sucesso, da felicidade e do reconhecimento remete negros e brancos, orientais e ocidentais, ricos e pobres, homens e mulheres, a determinadas situações difíceis de ser solucionadas com abundância de bens materiais e dinheiro.

A necessidade de sonhar com um mundo diferente faz parte da estrutura psicológica do ser humano. Ele vive uma eterna ansiedade quando está triste ou ainda quando está feliz e deixa de viver aquilo que a vida lhe reserva com extrema sabedoria a partir do momento em que se torna obsessivo na perseguição de um objetivo distante da sua realidade.

Embora seja importante para o desenvolvimento da sua personalidade ou mesmo da sua carreira, o fato é que não se pode viver a vida toda esperando pelo famigerado reconhecimento. Se isto for a sua única esperança de vida, você está perdido e a frustração será inevitável. E quanto mais você se ligar ao fato de que o reconhecimento é tudo o que você precisa, maior a decepção.

Até há pouco tempo eu vivia obcecado com a falta de reconhecimento considerando o esforço de 40 anos dedicado ao aperfeiçoamento e à melhoria constante como ser humano, digno de receber todas as glórias terrenas. Contudo, nada funciona exatamente como desejamos. Na medida em que você começa a desejar menos e a trabalhar mais, de maneira estratégica, a ansiedade diminui e os resultados aparecem.

Ser reconhecido é uma dádiva que depende de direcionamento, tempo e muita persistência. Enquanto você espera o tempo que for necessário para que o reconhecimento apareça, vale a pena refletir sobre algumas posturas que fazem muita diferença nesse processo, desde que você esteja disposto a não se entregar facilmente diante do primeiro obstáculo. Você se sente importante, reconhecido e valorizado quando:

– Escuta a sua própria voz: não depender tanto da aprovação alheia é melhor antídoto contra a baixa auto-estima e falta de amor próprio.
– Põe seu coração em tudo que faz: ainda que o trabalho tenha pouco a ver com a sua vocação e o ganho seja inferior ao que você merece, mantenha a esperança e a fé em si mesmo.
– Realiza o trabalho com boa vontade e bom humor: talvez isso não seja suficiente para qualquer reconhecimento no início, mas mantém o espírito alerta para mudanças e novas oportunidades.
– Mantém o foco nas coisas que agregam valor: pare de perder tempo com as picuinhas que aparecem a todo instante para testar a sua serenidade; concentre-se no que é importante.
– Evita comparações inúteis: você nunca será a Gisele Bündchen ou o Kaká, entretanto, poderá ser melhor e ainda mais feliz do que eles, cada um à sua maneira.
– Deixa de esperar que as coisas aconteçam exatamente como você imagina ou deseja: pare de sofrer sem necessidade, afinal, nada é certo nesse mundo, a não ser o fato de que chegamos sem pedir e vamos embora sem querer.
– Trabalha sistematicamente para atingir seus objetivos: aqueles que são chamados de loucos, obsessivos, egoístas e outros predicados pouco interessantes são exatamente aqueles que deixam seu nome registrado na história.
– Confia em si mesmo e não nas coisas que você realiza: sinta paixão pelo trabalho, mas seja imparcial com relação aos resultados. Caso contrário, você concentrará mais energia mais do que o necessário no resultado e faltará energia para a realização.

O reconhecimento é a maior das conquistas humanas, entretanto, o fato de você ainda não ter sido reconhecido não significa que o trabalho não foi feito a contento. O mundo é muito contraditório e o mesmo herói de hoje poderá ser sacrificado amanhã, o mesmo injustiçado de hoje poderá glorificado amanhã, portanto, enquanto o reconhecimento não vem, continue trabalhando da melhor maneira possível com todas as suas forças. A vitória conta, mas a batalha também. Como diria Emerson, poeta e pensador norte-americano, a vida é uma experiência e quanto mais experiências você tiver, melhor. Experimente isso e seja feliz!

 
Rosely Jorge

Percebemos e tomamos decisões com base nas imagens captadas, sendo o inverso também verdadeiro, ou seja, somos também avaliados pela imagem que transmitimos aos outros. Tão instantâneo quanto o olhar, é a imagem que fazemos de tudo e principalmente de nós mesmos. Aliás, não existe julgamento de valor mais importante, fator mais decisivo para o autodesenvolvimento do que a avaliação que fazemos de nós mesmos. Essa avaliação é algo geralmente sentido, não um julgamento consciente e verbalizado, mas uma sensação – mais precisamente uma impressão – que é difícil de discriminar e identificar, porque nunca deixa de estar presente; é o pano de fundo de todas as outras sensações; o contexto básico ou o reduto de todas as reações.

Esta auto-impressão particular afeta profundamente o processo de pensar, as emoções, os desejos, os valores, as metas e a maneira de interpretar o sentido de determinados acontecimentos. É a única chave de que dispomos para o nosso comportamento. Se você já sabe o que fortalece a sua auto-estima e o que fazer para protegê-la, e em que medida sua auto-estima influi em suas escolhas e reações, você atingiu um alto grau de compreensão de si mesmo.

O grau de sua auto-estima influi profundamente em todos os aspectos de sua vida: como você constroi a sua imagem, como você se apresenta nos vários contextos, tanto social quanto profissional, pessoal, familiar e afetivo-amoroso, influenciando no como você relaciona-se com as pessoas e até consigo próprio.

Auto-estima: fator determinante de sua imagem
A auto-estima se traduz por uma sensação de capacidade para enfrentar os desafios da vida e de ser digno de felicidade. Traz em si dois elementos: a sensação de eficiência e auto-respeito. Daí é muito simples concluir que a sua imagem é a materialização da sua auto-estima projetada. A auto-estima é o primeiro referencial para construirmos a nossa imagem, e poderíamos dizer que ela é o filtro de nossa avaliação dos demais.

A nossa imagem é a primeira impressão que é estabelecida num instante e dizemos que uma pessoa tem estilo quando esta impressão se mantém ao longo do tempo em um mesmo padrão de apresentação. É quase uma marca e uma singularidade que distingue uma pessoa, dando-lhe identidade.

A imagem possui dois caminhos: o interior (como você se vê) e o exterior (como você é visto) e um trabalho direcionado para a melhoria de sua imagem deve considerar como você gostaria de ser percebido.

Se você concorda com a teoria “a primeira impressão é a que fica”, que se baseia em numerosas pesquisas sobre poder e influência, em apenas dez segundos alguém o terá avaliado da cabeça aos pés e decidido se o leva a sério ou se o descarta de uma vez. E tudo o que ele fez foi olhar para você. Os julgamentos são feitos a partir de informações adquiridas não apenas com os olhos, mas com todos os sentidos.
Os elementos da imagem

Imagem corporal – Muito se comunica por outros meios que não a aparência, a voz e as palavras. Embora a sua fisionomia seja o centro da sua comunicação, os gestos através de seu corpo gritam mensagens o tempo todo. Até sem dizermos uma palavra, podemos ser notados pela postura. Seus olhos são as janelas de todo o seu corpo e transmitem todo o estado de ânimo daquele momento.

A imagem corporal é, de modo geral, inconsciente e precisa, indo muito além do que você possa ter como peças de seu vestuário.

Apesar dos avanços da medicina estética, não escolhemos os atributos físicos com os quais aportamos no mundo e a natureza física de cada um é algo que temos que saber administrar. A apresentação pessoal positiva é saber compor todos os seus recursos, internos e externos, em movimentos harmônicos com os seus objetivos para realização.

Imagem falada – Seu modo de falar, que diz respeito ao seu tom de voz, ao volume (alto ou baixo) que adota, ao tom (grave ou agudo), à velocidade, à dicção e à ressonância, bem como, o seu sotaque. O conteúdo do que diz não é menos importante do que a forma como diz. O bom conhecimento do idioma que você utiliza como expressão, faz a diferença.

Imagem escrita – Os textos que você escreve revelam muito a respeito de sua imagem pessoal e daquilo que representa: uma organização, uma profissão, uma associação. O texto ruim projeta imagem ruim e com o avanço tecnológico em que as pessoas são linha e staff de seu próprio trabalho, é óbvio que em um simples envio de e-mail a sua imagem está sendo percebida.

Podemos dizer que uma imagem bem construída deve levar em conta três pilares de sustentação:
Conhecimento e conteúdo – (interno e externo) que define a competência com a qual construímos a nossa imagem, face aos objetivos que queremos alcançar.
Relacionamento – que é o seu networking fazendo com que sua imagem encontre um campo fértil para realizar seus objetivos.
Apresentação – que a adequação ao contexto de atuação, seja pela linguagem corporal, pessoal, escrita ou falada.

http://www.rh.com.br/Portal/Comunicacao/Artigo/6782/a-sua-imagem-trabalha-contra-ou-a-seu-favor.html

Luiz Moreira
No mercado de trabalho, nem sempre um profissional consegue atuar exatamente na área que deseja. Isso pode ocorrer por fatores relacionados ao número de vagas disponíveis no mercado, porque o perfil da pessoa não combina com as pré-definições da organização ou, ainda, porque sua área de formação é diferente daquela em que o indivíduo realmente gostaria de atuar. Embora essas barreiras possam frustrar o profissional, nem sempre são o real motivo da sua aparente falta de motivação.

Motivação é uma força intrínseca, ou seja, a ação parte de dentro para fora do indivíduo e não de fora para dentro. Quando ocorre o contrário, ou seja, a ação ocorre de fora para dentro do indivíduo, muitas vezes contrariando sua vontade, dizemos que existe estímulo ou incentivo. A diferença entre essas duas forças é a chave para analisar uma parte do comportamento profissional de alguém.

Quando o profissional é estimulado a seguir na direção apontada pela organização e que não necessariamente é aquela que ele deseja, o indivíduo poderá não prosseguir até o fim de um projeto, caso o estímulo deixe de existir ou não seja forte o suficiente. Ele também pode ainda conduzir o projeto até sua conclusão, mas sem atingir os objetivos esperados ou agregar o valor esperado em função das suas habilidades. Afinal, o profissional foi escolhido para conduzir aquele projeto, e não outro, tornando maior a expectativa no seu desempenho. Isso certamente é ruim para a organização, visto que um profissional desestimulado pode produzir freqüentemente trabalhos com resultado muito abaixo de um patamar mínimo, fazendo com que a organização ganhe mais um problema ao invés de uma solução.

Nesse ponto, se faz necessário uma profunda análise sobre como as atividades estão sendo conduzidas e como deveriam ser, de fato. Talvez o caminho não seja exatamente produzir novos estímulos para o profissional, mas sim averiguar em que direção ele pretende seguir, quais seus sonhos profissionais e desejos imediatos. Dessa forma, pode-se obter um retrato inicial sobre o que proporciona motivação para aquele colaborador.

Talvez o profissional sinta-se motivado se tiver a liberdade de conduzir algum projeto específico. Talvez ele se sinta motivado, caso obtenha um aumento de salário ou ganhe uma premiação, um elogio ou novos desafios. O que importa é descobrir o que motiva o profissional, e nessa empreitada devem estar envolvidos o departamento de Recursos Humanos e a liderança daquele profissional – o primeiro em função da experiência em Gestão de Pessoas e o segundo em função do contato mais próximo com o profissional desmotivado.

Descobrir os sonhos de outra pessoa pode parecer uma tarefa impossível, mas não é. Comece conversando de forma aberta e reservada. Pergunte sobre suas perspectivas profissionais, o que gosta de fazer, como gosta de agir, que projetos gostaria de realizar, enfim, entreviste novamente o profissional e descubra qual direção ele quer seguir. Compare a motivação com o simples ato de beber um copo com água. Esqueça qualquer artimanha para burlar o processo natural e se concentre apenas no essencial. Se alguém deseja beber água, essa é uma motivação, pois a vontade partiu dele e não de uma ordem externa. Se você o quer motivado e produtivo, deixe-o matar a sede livremente, ou seja, permita que ele faça aquilo que lhe dá prazer. Claro que existem limites. Não se pode, por exemplo, permitir tudo. As prioridades da organização devem vir em primeiro lugar, pois representam as necessidades da grande maioria. O segredo é mesclar a motivação e o estímulo.

Deixe o profissional conduzir algum projeto que o satisfaça e traga benefícios para a organização, mas estabeleça paralelamente outros projetos com metas igualmente definidas. Em suma, trabalhe com trocas, ou seja, mostre ao profissional o que a organização precisa. No entanto, dê em troca a oportunidade que ele espera. Seguindo esse caminho e fazendo algumas adaptações para cada caso, os profissionais da sua empresa poderão apresentar uma produtividade maior e trazer ganhos significativos para todos, inclusive para você.

http://www.rh.com.br/Portal/Motivacao/Artigo/4500/motivacao-nas-organizacoes.html

Elas chegaram pra ficar e estão em todos os lugares e ocupando cargos de chefia com muita competência e determinação .

Lugar alcançado com muita garra e determinação . Aprenda como mostrar a todos o seu valor no trabalho e sua disposição de vencer sem impor aos seus colegas quem é você e sim deixa-los ver o seu real valor.

Por isso o manual da mulher bem sucedida irá lhe ajudar a ficar muito mais atenta em pequenos detalhes que as vezes passam despercebidos:

Jamais atropele a fala dos outros ou faça considerações banais apenas para dizer alguma coisa. É até melhor ficar calada do que bancar a papagaio, que só embarca na opinião dos outros e diz ”estava pensando em falar isso”, ”concordo com ela”, ”também acho”.

Seja conhecida por suas qualidades pessoais ou profissionais. Definitivamente, bajular a chefia não é uma característica que agregue valor à sua marca. Muito pelo contrário: as pessoas fogem desse tipo de gente.

Lembre-se, você sempre tem algo a aprender. Esteja sempre aberta a sugestões e críticas – de qualquer pessoa. Isso ajuda muito a crescer como profissional.

Se você pensou em uma atitude que agregue valor ao processo de trabalho, conte aos outros. Não tenha vergonha de expor seus argumentos. Escolha um momento pertinente para fazer isso, como uma reunião. O mercado de trabalho valoriza profissionais pró-ativos. Por isso, não faça algo só quando mandarem.

Dê o seu melhor sempre! A boa imagem acontece quando você é lembrada como aquela que faz a diferença. Isso quer dizer que deve ser vista como uma profissional que tem a somar dentro da empresa ou do grupo de trabalho. Nosso perfil profissional é avaliado de acordo com as características que temos a oferecer.

E não há jeito: no mercado de trabalho, criatividade, pró-atividade, motivação e liderança são qualidades cada vez mais valorizadas. Saber administrar e aperfeiçoar essas capacidades, sem dúvida, criará uma marca positiva para você.

Não force a barra querendo ser a legal do grupo. O relacionamento profissional é um processo a ser trilhado ! e existe mil maneiras de mostrar que você é capaz.

Defenda seus pontos de vista! Não é dizendo amém à chefia que você ganha respeito, mas sendo atuante, criativa e eficiente sempre se faça necessária !!!

Crie uma boa rede de relacionamentos em seu ambiente de trabalho. Afinal, são as boas referências que nos abrem portas.

Saiba que o reconhecimento de suas qualidades profissionais pode se dar de forma lenta. O importante é não desistir, pois com o tempo, o reconhecimento virá.

http://todaperfeita.com.br/manual-da-mulher-bem-sucedida/