Recursos Humanos

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No exercício de minha profissão como administradora, experimento diariamente esta engenhosa missão de motivar pessoas…

No exercício de minha profissão como administradora, experimento diariamente esta engenhosa missão de motivar pessoas… Acreditem, é tão difícil quanto desafiador a arte, podemos assim denominar, de gerar, impulsionar, fazer brotar nas pessoas à vontade e porque não a necessidade de fazer algo.

Pois bem, num primeiro momento é essencial estar motivado, sentir-se impulsionado para então despertar o mesmo em sua equipe. E esta motivação tem que ser verdadeira, sincera. Tem que estar fundamentada em suas palavras e ações. Tem que estar estampada em seu rosto e no seu bom dia quando chega ao trabalho, quando olha nos olhos de sua equipe e realmente deseja que o dia seja de sucesso pra todos.

Continuando, além de estar motivado, você tem que ter objetivos e metas para serem alcançadas por sua equipe para que possa gerar o esforço, a motivação. E este objetivo, tem que ser ético, tem que estar voltado para o bem, pois, mas cedo ou mais tarde você terá que exigir algo mais que a dedicação burocrática de sua equipe… Porém se o objetivo não for legítimo… Certamente haverá rupturas, e você não chegará lá.

A arte de motivar exige na verdade que você descubra a válvula que cada um de nós tem e que será acionada quando conseguirmos alcançar os sentimentos que movem as pessoas. Sim, a motivação vem de dentro, existe um impulso exterior, mas este fogo que nos move a fazer, pensar e agir de determinada forma, está dentro de cada um…

É também um exercício contínuo, diário, incessante. Este fogo deve ser alimentado constantemente, ainda que o ambiente mude, ainda que os ventos não sejam tão favoráveis, ou ainda que se tenha pensado ter conseguido. Todo ser humano precisa de novos desafios, e os desafios são alcançados com motivação.

A motivação em uma equipe pode ser altamente contagiosa, mas necessariamente precisa estar enraizada nas lideranças. É sempre da liderança que brotará a primeira brisa rumo a tempestade que se forma até alcançarmos o topo, seja do que for.

Ser, estar motivado para algo é transmitir confiança de que ainda que seja árdua a tarefa, temos disposição, conhecimento, estrutura e garra para realizá-la.

Motivar é acima de tudo transmitir com o olhar, com auxílio, as palavras e as ações de que o resultado recompensará, é estar junto, trabalhar junto, é dar as mãos, segurar, erguer se for necessário.

Sim, é árdua a tarefa, mas é bela arte, e não há nada mais gratificante que acompanhar o crescimento de um ser humano, perceber que as brasas daquele fogo interior estão acesas, e que assim o mundo continua girando.

Saudações Otimistas,

Nádia Kristina Costa de Sousa

Publicação: http://www.paralerepensar.com.br – 21/10/2005

Destaco em meu livro Resiliência – Como Superar Pressões e Adversidades no Trabalho, um estudo realizado nos EUA com a informação de que 80% de seus profissionais têm algum sentimento de infelicidade e/ou insatisfação com relação ao trabalho que desempenham. Acredito que no Brasil este número não seja diferente, a julgar pelas freqüentes queixas que ouço nas empresas que ministro palestras e treinamentos.]

As queixas são as mais variadas possíveis, porém as reclamações mais freqüentes são com relação aos líderes das empresas, reclamações estas validadas pela pesquisa do Instituto Gallup, que aponta 66% das pessoas se demitem de seus chefes e não da organização que trabalham. Mas a idéia deste artigo não é falar sobre liderança e sim sobre as escolhas que uma pessoa pode fazer caso esteja infeliz com o seu trabalho, sendo ela líder ou liderado.

Sempre que um profissional começa a se queixar de seu trabalho, seu chefe ou seus colegas, eu digo a ele que existem quatro escolhas a serem levadas em consideração e que provavelmente ele está optando pela pior delas. Veja abaixo quais são estas escolhas:

1. Mudar a empresa: Esta é a minha preferida. Um profissional insatisfeito no trabalho pode escolher mudar a empresa para melhor, isto é, a partir do momento que ele não concorda com as idéias da empresa ou com a liderança, existe uma grande chance de quebrar antigos paradigmas e iniciar um processo de transformação na organização. Sabemos que a inovação vem do confronto de idéias, de forma harmônica, onde alguém traz algo novo e não aceita os “nãos” com facilidade. Este profissional possui uma grande chance de subir na carreira, seja dentro desta empresa ou fora dela, pois o conhecimento adquirido para confrontar as antigas crenças sempre traz consigo um grande aprendizado e com certeza um profissional mais talentoso.

Mas a má notícia é que na maioria das vezes que apresento esta opção muitos já ficam cansados só de ouvir e começam a dar desculpas dizendo que o chefe não permite o confronto de idéias, que a empresa é “jurássica” ou até mesmo que não está disposto a despender tanta energia assim. Para estas pessoas com tristeza digo “Tudo bem, é uma escolha transformadora que você NÃO QUER OPTAR”. Então vamos a segunda opção.

2. Adapte-se a empresa: Para as pessoas que não querem ser o agente transformador de uma companhia há a escolha de adaptar-se a empresa, aceitando a cultura, os pares, os líderes da forma como eles são. Apenas solicito a estas pessoas, que fiquem caladas, pois na maioria das vezes elas ficam reclamando pelos cantos da organização contaminando outras pessoas que tem potencial para usar a primeira opção e iniciar um processo de transformação. Oitenta e sete por cento das pessoas são demitidas por problemas comportamentais e os dois comportamentos que mais demitem os profissionais são a arrogância e a reclamação sem ação, portanto, muito cuidado com esta escolha.

3. Mude-se da empresa: Quando apresento esta opção às pessoas se assustam. Mas é uma opção que se deve levar em consideração, pois se você não está a fim de mudar a empresa, seja lá por qual desculpa for, e não quer adaptar-se a forma da empresa, acredito que não haja motivos para continuar neste trabalho. Além disso, tenho certeza de uma coisa: da mesma forma que você não está feliz com o seu trabalho ou líder, há uma grande chance do seu líder também não estar satisfeito com você. Faço aqui apenas um pequeno alerta, pois em muitos casos percebo que este processo de fuga não é edificante, pois normalmente o profissional que vai embora da empresa leva ele mesmo na bagagem. Algumas pessoas são eternas “reclamonas” e não tenho dúvida que haverá uma grande chance de iniciar um processo de reclamação na nova empresa na qual ela vai se instalar. Após o processo de namoro com o líder e a empresa, as pessoas que “fogem” sem compreender o real aprendizado do antigo emprego, começam a achar novas coisas para reclamar e todo o processo de insatisfação inicia. Se você está optando por esta escolha fique alerta para que no próximo emprego não caia nas mesmas armadilhas.

4. Sofrimento: Sim, está é a quarta escolha que as pessoas podem fazer, se acomodam e sofrem. É mais ou menos assim: Não tenho forças para mudar a empresa, não quero me adaptar a cultura da organização, mas também não tenho coragem de pedir demissão, me transformar e ir para outra empresa, então me acomodo, sofro e fico constantemente colocando a culpa nos outros pela minha infelicidade e insatisfação. Confesso que fico muito triste, pois vejo muitas pessoas fazendo esta escolha que impossibilita o crescimento profissional e pessoal.

Caso você opte pela primeira escolha ( mudar a empresa ) você precisará adquirir conhecimentos para iniciar este processo de transformação, pois se você já tivesse este conhecimento talvez já teria entrado em ação. Costumo dizer no meu treinamento de INTELIGÊNCIA EMOCIONAL que as pressões e dificuldades se dissipam a luz do conhecimento, portanto, será necessário que você invista em aprendizado para construir o novo.

Sugiro a você fazer o download aqui de uma relação de livros e treinamentos que podem te ajudar a adquirir o conhecimento necessário para entrar em ação e assim mudar você, a empresa e até mesmo a sua liderança.

Abraços e boas escolhas…

Ricardo Piovan
ricardo.piovan@portalfox.com.br
Palestrante e Coach Organizacional

http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=d5r27ihy3

por Fernando Viel

Quais são as estratégias para ser bem sucedido? Como eles agem? Como eles arriscam? Quais são seus valores?

Conheça uma parte das convicções das pessoas de sucesso:
Sou bem sucedido.
Sou a fonte da realização.
Sou a voz do sucesso.
Sou grato e feliz por ser ágil.
Não preciso saber de tudo para usar tudo.
Se alguém conseguiu então eu consigo também, é só utilizar as mesmas estratégias e fisiologia.
Levantarei o quanto for preciso para ser bem sucedido.
Eu agradeço para obter mais.
Meu desafio é meu amigo.
A única pessoa que me indica o que realmente tenho que melhorar é meu inimigo.
Ajo, aprendo e adapto rápido.
Tenho fé que realizarei independente de qualquer coisa.
Tudo que eu preciso está em mim.
Sou a fonte das minhas emoções.
Tudo depende única e exclusivamente da minha comunicação para obter resultados desejados.
Estou em melhoria constante e incessante.
Bem sucedido é aquele que pergunta e não aquele que responde.
Farei até conseguir.
Farei o mais difícil primeiro.
Farei hoje.
Farei Agora.
Agirei sempre.
Mudo rápido o que não funciona.
Nunca culparei ninguém porque não consegui ainda.
Farei o que precisa ser feito com qualidade e rápido.
Contribuo com as pessoas para alcançarem o sucesso.
Sou generoso e caridoso.
Saiba quais perguntas frequentemente elas fazem para si mesmas
Como posso melhorar?
Quando vou agir?
O que é mais importante para eu ser bem sucedido?
Que tipo de ser humano tenho que me tornar para ser bem sucedido?
O que é sucesso para mim?
O que quero realizar, quando e por quê?
Quem é bem sucedido que eu posso modelar?
Com o que posso contribuir hoje?
Para quem vou contribuir?
Quem elogiarei hoje?
Quem ajudarei ser bem sucedido?
Quem mais pode me ajudar a ser bem sucedido?
Que estratégia utilizei para realizar a maioria das coisas e posso continuar usando?

O que me impede de ser melhor?
Quando serei melhor e por quê?
Que livros tenho que ler para me atualizar?
O que comerei para ficar energizado?
Quem eu tenho que me espelhar?
Como tenho que me comunicar para realizar mais?
Se é possível ser bem sucedido o realmente tenho que fazer?
Se estou comprometido com o sucesso o que farei então?
Se posso melhor 1% por dia então melhorarei durante os próximos cinquenta anos, por que não?
O que nunca mais farei que me causou a falha?
O que sempre farei que irá me trazer melhores resultados?
O que eu tenho que fazer sabendo que tenho que acertar?
Como tenho que escutar as pessoas e por quê?
Como tenho que tratar as pessoas e por quê?
Que exemplo tenho que dar para minha família, equipe e sociedade?

Eu poderia ficar escrevendo durante horas, porém quero que coloque em prática 50% das convicções e perguntas das pessoas bem sucedidas porque aumentará a probabilidade de ser bem sucedido em 10x e se colocar 100% em prática terá resultados explosivos.

Fernando Viel – Coach Executivo
www.viel-treinamentos.com.br

http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=ogb9migcm

Mas o problema é que justamente em tempos difíceis que os gerentes, líderes e demais profissionais ligados à gestão de pessoas esquecem-se do básico, que é manter a equipe motivada e preparada para enfrentar dificuldades.

Os gerentes e profissionais de RH devem a todo custo tentar evitar um alto índice de turnover, que acaba sendo muito caro para a companhia. Perde-se em custos de dispensa, ações trabalhistas, baixa produtividade e, posteriormente, no recrutamento das pessoas substituídas.

Assim, motivar através do reconhecimento, sem grandes projetos e sistemas complexos, torna-se fundamental para empresas de todos os portes e segmentos. Confira a seguir algumas dicas de como motivar o seu time. Você pode começar hoje mesmo:

1. Conheça – realmente – os seus funcionários

Parece muito simples, mas será que você aplica essa prática na sua empresa? Não estamos falando de conhecer o que faz a estagiária ou o gerente-geral, mas de saber exatamente com quem você trabalha, o que eles pensam e como vêem a empresa. Os colaboradores com certeza se sentirão valorizados com a sua preocupação e interesse.

2. Comunicação é fundamental

Será que algumas dessas situações lhe parece familiar?

* Um cliente liga para a empresa para saber sobre um novo produto ou serviço – e as pessoas da equipe não têm a informação que o cliente precisa
* É feita uma grande venda de produtos de uma vez só mas, ao invés de saber da informação pelo Departamento de Comunicação interna ou mesmo o gerente de área ou o RH, os colaboradores ficam sabendo da novidade pela rádio-peão
* Há a implementação de um novo procedimento – mas até as pessoas da equipe relacionadas ao projeto – ou que vão trabalhar diretamente com ele – ficam surpresas
* Alguém na empresa ultrapassa as metas e consegue clientes e contas de peso. Este crescimento é divulgado? O funcionário em questão é reconhecido – com um prêmio ou mesmo com um anúncio formal das suas realizações?

Os líderes normalmente acham que se comunicam de forma eficaz. Mas é preciso ir além do tradicional quando se trata de motivar e reter os talentos. Confira alguns toques muito úteis do que você pode fazer sem gastar muito:

* Crie um “barulho positivo” na organização e principalmente entre a sua equipe.
* Use o e-mail para mandar mensagens de agradecimento, congratulações e incentivo.
* Mensagens de voz também são uma boa forma de enviar um elogio, ou mesmo uma crítica ou sugestão de como o trabalho pode ser melhorado.
* Divida os resultados – os bons e os ruins – com seu time e também com toda a empresa. Permita que seus colaboradores saibam como a organização está indo nos negócios.
* Esteja visível e ao alcance dos outros colaboradores. Quiando você menos esperar, eles podem precisar de você.
* O guru Tom Peters disse certa vez que todos os líderes precisam praticar o MBWA, sigla em inglês para Management by Walking Around. Não é nenhum curso novo de MBA, mas a prática de andar pela empresa, ser acessível a todos e saber a hora de escutar e de falar. Isto é liderança.

3. Todos precisam de reconhecimento

Pense por alguns minutos. Relembre como você se sentiu quando foi reconhecido por alguma coisa que fez de bom para a empresa. Esse sentimento de ver o seu esforço sendo reconhecido conta muito – e o melhor, você não gasta nada para fazer isso.

Especialistas em gestão de talentos alertam: reconhecer e estimular a equipe é uma das ferramentas mais acessíveis e estratégicas para reduzir o turnover e manter um bom clima na empresa. Difícil de fazer? Nem tanto. Selecionamos abaixo mais algumas idéias de como levantar o astral da equipe, confira:

Surpreenda!
Foi uma semana complicada, todos estão visivelmente cansados e abatidos, mas felizes por terem atingido os resultados. Que tal presenteá-los com uma agradável surpresa? Pode ser uma rodada de pizza que chega na hora do almoço, um anúncio dedicando a tarde de sexta-feira livre para todos ou mesmo a distribuição de sorvetes no término do expediente. Tudo bem, você pode gastar um pouco com essa brincadeira, mas certamente a satisfação e alegria dos funcionários será muito maior e recompensadora.

Conversando a gente se entende
Nas conversas que você tem com cada membro da equipe – sim, isto é altamente recomendável – você pode aproveitar para saber dos resultados, esforços e ainda oferecer conselhos relativos à carreira e desenvolvimento pessoal e profissional de cada um. Claro, conversando pessoalmente com o funcionário você também pode questionar e criticar se preciso – já que só elogiar e não monitorar o trabalho de forma racional e consciente também não adianta. Para terminar, conceda elogios quando a pessoa merecer. Nada melhor do que um “Nossa, mas o projeto ficou bom mesmo!” “Aquela planilha que você fez ficou ótima” ou “O cliente comentou comigo que gostou muito da sua apresentação”. É como aquela conhecida propaganda de conhaque: desce macio e reanima. Um elogio também gera isso, e muito mais.

Use a palavra mágica – Obrigado – em todas as ocasiões
Este conselho parece muito simples e até um pouco pretensioso. “Quer me ensinar a ter educação”, poderia pensar você, caro leitor. Mas o fato é que muitas vezes esquecemos de agradecer um ou outro colaborador em situações banais do dia-a-dia, e sequer imaginamos a falta que um agradecimento pode fazer a quem fez o trabalho. Da mesma forma, dizer algo como “Tchau, bom fim semana. Você merece!” também é muito importante.

Celebre as pequenas e grandes vitórias da empresa
Um novo cliente assinou o contrato? Comemore.
Alguém conseguiu fechar uma grande conta, que trará dinheiro e visibilidade para a empresa? Comemore.
O cliente mostrou que gosta dos produtos e serviços prestados por vocês, e não pretende mudar de opinião tão cedo? Comemore.
A auxiliar de DP anunciou que está grávida e vai ganhar o bebê que ela tanto sonhou? Comemore.
É sexta-feira? Reúna a equipe e comemore!

São atitudes como essas que fazem o time ficar mais unido, animado e, claro, motivado. São pequenas demonstrações de carinho, cuidado e afeto para com o grupo, que com certeza serão retribuídas – com mais trabalho, mais entusiasmo e mais lucro para a empresa.

Você já comemorou algo hoje? Saiba que ainda dá tempo, e pelo menos um motivo para celebrar você deve ter. Pode ser uma vitória pessoal ou da equipe, o que importa é fazer uma festa, dar uma reanimada no pessoal. Mas não esqueça: quando for fazer, faça de coração, senão vai parecer impessoal e forçado, o que pode gerar o efeito contrário. Boa sorte!

http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=p9cjxo0df

O estudo motivacional começou a muitos anos atrás pelos cientista Abraham Maslow,Hezberg dentre outros.Em todos os indivíduos estão presentes fatores que levam a ele a adquirir felicidade ou se tornar uma pessoa infeliz.As necessidades dos indivíduos são importante para analisar os estudos motivacionais observando se determinada necessidade está sendo suprida.
Hoje a parte financeira não é o mais importante para motivar o colaboradores pois,a motivação vai muito alem de ganhos extras.A motivação é essencial para que o setor se desenvolva pois,com ela tudo flue e todos colaboradores daquele setor alcançam seus objetivos e contribuem para o desenvolvimento da empresa.
Cabe a cada gestor utilizar ferramentas motivacionais para aprimorar as técnicas e motivar os seus funcionários.Seguem abaixom algumas ferramentas:
– Ferramenta Kaizen = Essa ferramenta aborda a melhoria contínua e contribue para ampliar a motivação dos colaboradores através da busca contínua de qualidade com reuniões de supervisores e colaboradores.
– Ferramenta 5 S = surgiu no japão,essa ferramenta visa deixar o ambiente harmonioso,limpo com energias boas e agradáveis e o papel dessa ferramenta é que todos os colaboradores se relacioname com seus colegas e gestores de maneira harmoniosa.
Essa são algumas ferramentas para motivar os seus funcionários.Lembrando que dinheiro na vida não é tudo,apenas ajuda a suprir nossas necessidades.Muitas vezes é melhor um simples elogio agradacendo pelo trabalho bem feito do que um bonus salarial ou o aumento de salário.Afinal,um elogio aumenta nosso ego e faz com que nos sentimos úteis para nossos gestores e para uma organização como um todo.

http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=44pyk3pwk

Luiz Moreira
No mercado de trabalho, nem sempre um profissional consegue atuar exatamente na área que deseja. Isso pode ocorrer por fatores relacionados ao número de vagas disponíveis no mercado, porque o perfil da pessoa não combina com as pré-definições da organização ou, ainda, porque sua área de formação é diferente daquela em que o indivíduo realmente gostaria de atuar. Embora essas barreiras possam frustrar o profissional, nem sempre são o real motivo da sua aparente falta de motivação.

Motivação é uma força intrínseca, ou seja, a ação parte de dentro para fora do indivíduo e não de fora para dentro. Quando ocorre o contrário, ou seja, a ação ocorre de fora para dentro do indivíduo, muitas vezes contrariando sua vontade, dizemos que existe estímulo ou incentivo. A diferença entre essas duas forças é a chave para analisar uma parte do comportamento profissional de alguém.

Quando o profissional é estimulado a seguir na direção apontada pela organização e que não necessariamente é aquela que ele deseja, o indivíduo poderá não prosseguir até o fim de um projeto, caso o estímulo deixe de existir ou não seja forte o suficiente. Ele também pode ainda conduzir o projeto até sua conclusão, mas sem atingir os objetivos esperados ou agregar o valor esperado em função das suas habilidades. Afinal, o profissional foi escolhido para conduzir aquele projeto, e não outro, tornando maior a expectativa no seu desempenho. Isso certamente é ruim para a organização, visto que um profissional desestimulado pode produzir freqüentemente trabalhos com resultado muito abaixo de um patamar mínimo, fazendo com que a organização ganhe mais um problema ao invés de uma solução.

Nesse ponto, se faz necessário uma profunda análise sobre como as atividades estão sendo conduzidas e como deveriam ser, de fato. Talvez o caminho não seja exatamente produzir novos estímulos para o profissional, mas sim averiguar em que direção ele pretende seguir, quais seus sonhos profissionais e desejos imediatos. Dessa forma, pode-se obter um retrato inicial sobre o que proporciona motivação para aquele colaborador.

Talvez o profissional sinta-se motivado se tiver a liberdade de conduzir algum projeto específico. Talvez ele se sinta motivado, caso obtenha um aumento de salário ou ganhe uma premiação, um elogio ou novos desafios. O que importa é descobrir o que motiva o profissional, e nessa empreitada devem estar envolvidos o departamento de Recursos Humanos e a liderança daquele profissional – o primeiro em função da experiência em Gestão de Pessoas e o segundo em função do contato mais próximo com o profissional desmotivado.

Descobrir os sonhos de outra pessoa pode parecer uma tarefa impossível, mas não é. Comece conversando de forma aberta e reservada. Pergunte sobre suas perspectivas profissionais, o que gosta de fazer, como gosta de agir, que projetos gostaria de realizar, enfim, entreviste novamente o profissional e descubra qual direção ele quer seguir. Compare a motivação com o simples ato de beber um copo com água. Esqueça qualquer artimanha para burlar o processo natural e se concentre apenas no essencial. Se alguém deseja beber água, essa é uma motivação, pois a vontade partiu dele e não de uma ordem externa. Se você o quer motivado e produtivo, deixe-o matar a sede livremente, ou seja, permita que ele faça aquilo que lhe dá prazer. Claro que existem limites. Não se pode, por exemplo, permitir tudo. As prioridades da organização devem vir em primeiro lugar, pois representam as necessidades da grande maioria. O segredo é mesclar a motivação e o estímulo.

Deixe o profissional conduzir algum projeto que o satisfaça e traga benefícios para a organização, mas estabeleça paralelamente outros projetos com metas igualmente definidas. Em suma, trabalhe com trocas, ou seja, mostre ao profissional o que a organização precisa. No entanto, dê em troca a oportunidade que ele espera. Seguindo esse caminho e fazendo algumas adaptações para cada caso, os profissionais da sua empresa poderão apresentar uma produtividade maior e trazer ganhos significativos para todos, inclusive para você.

http://www.rh.com.br/Portal/Motivacao/Artigo/4500/motivacao-nas-organizacoes.html

Faça amizades no trabalho

por Karen Jardzwski

 

Amigos verdadeiros ajudam a melhorar a saúde, tornam a vida melhor e aumentam a satisfação profissional. Você tem um grande amigo no local em que trabalha? A resposta para essa pergunta pode revelar muito sobre você, sua saúde, sua satisfação e seu desempenho profissional. E, mais, também pode dizer muito a respeito do futuro de sua carreira e felicidade.

Vale a pena ter amigos
Se fizer uma rápida busca na memória, vai detectar que, nos melhores momentos de sua vida, você estava na companhia de amigos. A viagem com o pessoal da faculdade, as brincadeiras da infância, formatura, comemorações, enfim, em nenhuma delas você estava sozinho. Isso nos faz pensar que as amizades estão presentes nos bons momentos vividos pelas pessoas. Então, por que não fazer grandes amizades no local em que passa a maior parte do seu tempo?

É justamente essa a ideia defendida por alguns especialistas em livros lançados recentemente. Entre eles, O poder da amizade, que traz os resultados de uma grande pesquisa realizada pelo autor Tom Rath, psicólogo e responsável pela divisão de pesquisa no ambiente de trabalho e consultoria e liderança do respeitado Instituto Gallup. Segundo o estudo de Rath, feito com base em mais de 8 milhões de entrevistas do banco de dados do Gallup, podem acontecer as seguintes mudanças quando as pessoas fortalecem as amizades vitais no trabalho:

  • Melhora na saúde física.
  • Mais felicidade no cotidiano.
  • Maior empenho e conquistas no trabalho.
  • Expectativas mais claras entre a pessoa e seus parceiros, amigos e colegas de trabalho.

Para Dante Ricardo Quadros, psicólogo organizacional, mestre em Administração de empresas, além de palestrante e consultor em gestão e comportamento organizacional, as pessoas ficam a maior parte da vida dentro das empresas e elas se tornam um lugar natural para encontrar pessoas com quem conviver. “Ter alguém para trocar ideias se torna prazeroso, uma vez que é possível abordar não só assuntos pessoais como os de trabalho. Essa situação agradável tende a trazer resultados que são reconhecidos pelos chefes, tornando a execução dos serviços uma verdadeira paixão, uma vez que a pessoa passa a ver o seu trabalho com um real significado”, afirma.

“Mas é possível misturar amizades com o trabalho?”
É claro que ter amizades no ambiente profissional não significa passar horas conversando e deixar as responsabilidades de lado. Pelo contrário, o incentivo às amizades é uma forma de ajudar a tornar o ambiente profissional mais agradável, desenvolver os relacionamentos e tornar a vida melhor. “O ambiente laboral tem suas exigências profissionais e temporais, sendo assim, é preciso deixar as conversas mais longas para o horário do almoço ou para o fim do expediente”, aconselha Dante.

Entretanto, o questionamento a respeito das amizades no trabalho é bastante comum. Durante muito tempo, os métodos considerados ideais para administrar as empresas determinavam que o local de trabalho deveria estar ligado somente à produção, deixando de fora a vida pessoal (como se isso fosse possível).

Essas teorias têm mudado e, aos poucos, as empresas estão percebendo que, para as pessoas terem um bom desempenho profissional, elas precisam estar bem em todos os aspectos. Mas ainda é muito superior à quantidade de empresas que não incentivam o desenvolvimento de amizades dentro de seus ambientes. No entanto, é perfeitamente viável e recomendável que se tenha amigos no ambiente profissional.

Denise Bragotto, graduada em psicologia, com mestrado e doutorado em psicologia na área de criatividade, além de consultora do IDORT/SP e pesquisadora na área de criatividade, explica que a afetividade é fundamental para o bem-estar do ser humano, seja qual for o ambiente: “Ninguém deixa sua personalidade em casa quando vai trabalhar, você continua vivendo, sentindo e se expressando. Sem dúvida, um ambiente de trabalho que promova relações interpessoais saudáveis e permita a expressão da identidade de cada pessoa, onde se encontre camaradagem e confiabilidade, tende a ser menos estressante, mais prazeroso e produtivo, pois ninguém quer apenas uma atividade que gere recursos para pagar as suas contas”.

Na prática, poucos têm amigos – A realidade ainda é bastante diferente do que é recomendado. A própria pesquisa de Tom Rath mostrou que só 33% das pessoas consultadas afirmaram que têm um bom amigo no escritório. Além disso, apenas 20% dos entrevistados relataram dedicar tempo para desenvolver amizades no trabalho.

E o que fazer para mudar essa situação? Para Denise, é importante que as empresas “oportunizem” encontros e reuniões informais, livre das metas e pressões cotidianas, em que as pessoas possam expressar as outras facetas de sua personalidade. “Há uma frase que diz: ‘Ninguém ama o que não conhece’. Um ambiente de trabalho que propicie espaço para um conhecimento mais aprofundado entre as pessoas é interessante, pois facilita o convívio e o reconhecimento de afinidades. Isso propicia o surgimento de novas amizades entre pessoas de setores diferentes – e, muitas vezes, distantes”, afirma.

E você, o que pode fazer para desenvolver amizades no trabalho?
Empresas que estimulam o convívio entre seus funcionários facilitam o desenvolvimento de laços mais fortes de amizades. Mas, como já mencionamos, são poucas as organizações que agem assim. As pessoas têm, portanto, duas opções:

1.       Não fazer nada a respeito disso e continuar perdendo a oportunidade de realizar grandes amizades e a possibilidade de ter um desempenho melhor tanto pessoal quanto profissionalmente.

2.       Fazer algumas ou muitas coisas. Uma delas é conversar com seus superiores, mostrando todos os benefícios das amizades no ambiente de trabalho ou sugerir que a empresa estimule que as pessoas façam amigos. Além disso, existem diversas ações que você pode colocar em prática para fazer grandes amizades.

O que fazer para desenvolver laços de amizade no trabalho?
Você já fez um curso para aprender a fazer amigos? Não conheço nenhum que tenha essa missão específica, mas existem livros e cursos que ajudam a melhorar o relacionamento com as pessoas. Entretanto, pouca gente investe nesse desenvolvimento, mas, segundo Dante, os profissionais precisam de treinamento sobre interação com outros seres humanos: “Parece incrível, mas, em pleno século 21, as pessoas não sabem interagir de forma mais adequada no trabalho (daí a competição interna, fofocas e panelinhas). É preciso que cada um tenha essa consciência e, dentro das suas possibilidades, quebre esse paradigma”.

Um dos primeiros passos indicados por ele é investir no autoconhecimento. “Esse mergulho interior pode identificar e esclarecer algumas exigências ou dúvidas que, frequentemente, aparecem nas relações. Quanto melhor se conhecer, mais adequado estará para estabelecer boas relações”, acredita. Denise acredita que os laços de amizade se formam por meio da afinidade, da vivência e do desejo de aproximação. É fundamental, portanto, que as pessoas aproveitem os momentos adequados para expressar os seus sentimentos e preferências e se esforcem para conhecer mais sobre os outros. Dessa forma, será possível encontrar afinidades e estender os laços de amizade.

Dante ressalta outro ponto importante: “É preciso identificar e saber lidar com as características das outras pessoas, o que, muitas vezes, exige um grande controle pessoal. Também é importante perceber o momento certo para falar ou agir”. Ou seja, a maturidade emocional, dentro ou fora do trabalho, é fundamental para que se construam relacionamentos vantajosos.

Quantidade X qualidade

No entanto, não há necessidade de ser o melhor amigo de todo mundo, isso seria bem difícil. É importante ter um bom relacionamento com todos os colegas e desenvolver algumas amizades com laços mais fortes.

Tom Rath explica muito bem em seu livro que a palavra “amizade” anda bastante desgastada e que, às vezes, confundimos um colega ou conhecido com um amigo. Durante sua pesquisa, ele achou interessante criar o termo “vital” para descrever amizades que signifiquem algo essencial à vida. “Amigo vital é aquele que melhora sensivelmente sua vida. É uma pessoa imprescindível, alguém que não pode faltar em sua vida pessoal ou profissional”, diz Tom.

Quer saber a resposta da pergunta feita no início desta matéria? Tom sugere que as pessoas façam dois questionamentos para saber se têm uma amizade vital no ambiente de trabalho. São elas:

1.       Se essa pessoa (o amigo que você acredita ser vital) não estivesse mais por perto, sua satisfação geral com a vida diminuiria?

2.       Se essa pessoa não fizesse mais parte de sua vida, sua produtividade ou seu comprometimento no trabalho diminuiriam?

Depois dessa pausa para reflexões reveladoras, saiba que você pode aproveitar o momento do cafezinho, o horário do almoço, os intervalos das reuniões e também os encontros com o pessoal do trabalho fora do ambiente profissional para conversar mais, descobrir afinidades e, quem sabe, descobrir que um colega pode se tornar um amigo vital.

Os 8 papéis vitais
O segredo, de acordo com Tom, é entender que cada amizade tem suas características, e é preciso entender quais são elas. Ele dividiu essas características em oito papéis vitais:

1.       Incentivadores
São aqueles que sempre incentivam você a correr em direção às suas metas. Eles investem no seu desenvolvimento e possuem interesse genuíno no seu sucesso. 

2.       Campeões
Amigos leais, ficam ao seu lado e das coisas nas quais você acredita. Não só o elogiam na sua presença como também “cobrem a sua retaguarda”, saindo em sua defesa quando você não está presente.

3.       Colaboradores
Aquelas pessoas que têm interesses em comum e podem compartilhar com você uma paixão por esportes, hobbies, religião, trabalho e filmes.

4.       Companheiros
Estão sempre presentes, sejam quais forem as circunstâncias, e têm um vínculo praticamente indestrutível com você. São amigos pelos quais você arriscaria sua vida.

5.       Comunicadores
Esses favorecem a socialização e aumentam a rede de contatos, apresentando você a outras pessoas e ainda conseguem acesso a diversos recursos.

6.       Energizadores
São os amigos divertidos que levantam o ânimo e fazem de tudo para energizar e melhorar o seu astral. Estão sempre fazendo e dizendo coisas para que você se sinta melhor.

7.       Instigadores
Amigos que ajudam você a expandir os seus horizontes, incentivando-o a acolher novas ideias e oportunidades. Essas pessoas ampliam suas perspectivas e fazem de você uma pessoa melhor.

8.       Guias
Aqueles que dão conselhos e mantêm você na linha certa. São os amigos certos para compartilhar seus objetivos e sonhos.

Conte aos seus amigos como eles são importantes – Tom explica que essa classificação não é algo rígido, pois podem existir diversos outros papéis desempenhados por amigos que também são muito importantes.
A classificação apresentada por ele é um indicador das características dos verdadeiros amigos, mas o número de papéis vitais com que cada amigo contribui pode variar de pessoa para pessoa: “Alguns amigos representarão diversos papéis, enquanto outros terão apenas um. Não subestime aqueles que desempenham um único papel admiravelmente bem. O ideal é dedicar atenção ao papel que cada pessoa representa em sua vida”. O certo, segundo Tom, é que uma amizade vital extraordinária pode ser, várias vezes, mais importante que uma série de amizades casuais.
Tom também aconselha que as pessoas conversem com seus amigos sobre o papel que desenvolvem em suas vidas: “Quando você revela a alguém como estima sua amizade, isso melhora drasticamente o relacionamento”. Segundo a pesquisa feita por ele, as pessoas que dizem a um amigo como ele é importante para elas têm 48% mais chance de estar “extremamente satisfeitas com as amizades” que possuem.
Alguns cuidados
Apesar das amizades no trabalho serem importantes, é preciso administrar adequadamente os aspectos negativos que podem surgir. “O desequilíbrio emocional entre as pessoas, tanto para mais ou para menos, pode trazer consequências negativas no trabalho. E isso não é só no ponto de vista da interação, mas da produtividade também”, afirma Dante. Ele também alerta para o devido cuidado com a formação de grupinhos de amigos que se fecham para outras pessoas, alimentando fofoca, competição interna e reclamações generalizadas que não contribuem para um ambiente saudável e desafiador.
Outro ponto importante é estabelecer limites dentro da relação. Não é por que existe amizade que se pode misturar as coisas e se valer dela para obter vantagens. “Uma das melhores ferramentas para manter um relacionamento sadio é o diálogo sincero e verdadeiro. Nada como uma boa conversa para colocar as coisas no lugar. Quando cada um sabe e é lembrado dos seus limites, os vínculos tendem a ser mais transparentes e fortalecidos. Por outro lado, sempre é bom lembrar o respeito que o outro ser humano deve receber, além de uma boa dose de ‘bom senso’ em cada situação”.

5 ações para desenvolver amizades

1.       Faça cursos e treinamentos que ajudem-no a aprimorar sua inteligência emocional e o relacionamento com as pessoas.

2.       Participe dos eventos promovidos, tanto internamente como externamente, pela sua empresa.

3.       Não se feche na sua mesa ou sala, vá almoçar, tomar um café ou visitar um dos seus colegas de trabalho.

4.       Não use a falta de tempo como desculpa para não ter amigos. Destine parte de seu tempo para desenvolver e melhorar suas amizades.

5.       Sugira que sua empresa desenvolva ações para estimular as amizades.

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