Recursos Humanos

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No mundo corporativo, existem dois tipos de profissionais:

  1. O profissional acomodado
  2. O profissional que quer algo mais

Se você está lendo esse artigo, provavelmente se encaixa na segunda opção. Crescer não é fácil e as vezes precisamos de um empurrãozinho para atingirmos nossos objetivos.

Hoje quero dar algumas dicas para que você acelere o seu crescimento profissional e expanda seus horizontes. Vamos lá?

Não subestime o networking

Manter um bom relacionamento com pessoas de diversas áreas e níveis, aumenta consideravelmente a sua chance de crescimento profissional. Além de você conseguir enxergar novas oportunidades (vagas), as pessoas não tão próximas também vão enxergar você e, dependendo do seu desempenho, enxergar em você uma oportunidade.

Diversifique sua experiência

Um dos maiores ensinamentos que eu tive na minha carreira foi: “Antes de pensar verticalmente, pense horizontalmente”. Ou seja, antes de você querer crescer, você tem que ter um certo conhecimento sobre outras atividades que não são comuns no seu dia-a-dia. Um gerente precisa ter um conhecimento técnico (básico que seja) de todos as áreas que gerencia e sobre as áreas que precisa lidar diariamente. Caso contrário, será muito fácil te passarem a perna e sua cabeça rolar. Lembre-se… Quanto maior o seu nível/posição, maior o risco que você corre.

Planeje o seu crescimento

Antes de mais nada, é de extrema importância que todos saibam criar e executar planejamentos. Para treinar isso e dar uma guinada na sua carreira, identifique as áreas em que você se destaca, valorize-as! Descubra os conhecimentos que lhe faltam e procure adiquiri-los seja através de estudo autodidático, de um curso pela internet ou ainda de um curso de graduação (ou pós).

Dedicação é fundamental

Nada vem de graça. Dedicar-se ao trabalho é fundamental mas isso não significa que você tenha que fazer dezenas de horas extras para fazer suas realizações, pelo contrário! Quanto mais você fizer em menos tempo, mais você será visto.

Essa dedicação que os chefes procuram não é apenas mostrar um bom serviço. Uma pessoa que está constantemente bem informada, atualizada com o mercado e bem disposta é sempre melhor vista.

Não tenha medo de exposição

Como já diria o velho ditado: “Quem tem boca, vai à Roma”. Se você não mostrar as suas conquistas para seus superiores, eles não irão lhe dar o devido valor. Se você também não mostrar o interesse por uma vaga num posto acima do seu, será mais difícil de consegui-lo.

Esteja no lugar certo

Um estudo da revista Harvard Business Review concluiu que:

  • Os executivos tem mais chance de promoção em empresas que estão em maior crescimento.
  • As empresas que se mantém a mais tempo nas listas de melhores empresas para se trabalhar geralmente oferecem vários benefícios de desenvolvimento pessoal e profissional para seus funcionários.
  • A área de finanças é a área mais promissora para chegar à sala da presidência.
Portanto, observe cuidadosamente a empresa que você trabalha, a sua colocação no mercado, os benefícios oferecidos, etc.

Seja um chefe líder

Quando chegar a sua hora de ser chefe, procure não ser um chefe que todos tenham medo mas sim um chefe que todos respeitam. O bem-estar da equipe é fundamental para que o rendimento do trabalho seja sempre bom.

Cumpra o que você prometeu

Seja realista quanto aos prazos que você dê. Ninguém gosta de pedir a realização de uma atividade, aguardar a data prometida e não ver nada realizado. Se não é possível entregar algo no prazo que lhe foi pedido, fale a verdade e diga que não é possível, mas que você irá tentar.

Crescer não é fácil e exige muita dedicação, mas todos nós podemos conseguir. Espero que essas dicas tenham ajudado. Se você tem alguma outra dica interessante, deixe um comentário!

Fonte: Coleção Cresça com a VOCÊ S/A
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por Patricia Wolff

Já ouvi de diversos executivos a seguinte afirmação: Faltam pessoas competentes no mercado de trabalho. Afirmação no mínimo estranha, afinal a oferta de candidatos está cada dia maior. Mas a grande queixa é: Não encontro o profissional adequado para minha vaga !

Isso acontece pois falta algo importantíssimo em alguns candidatos que é atitude, que significa garra para fazer as coisas acontecerem, comprometimento com as metas e a vontade de enfrentar os obstáculos/desafios que surgirem.

Hoje em dia o assunto competências está cada vez mais em pauta pois as empresas vivem de resultados e quem traz estes resultados são as pessoas que nela trabalham, aliás as pessoas competentes que são aquelas que “entregam” o resultado esperado para empresa.

Para entregar um resultado, o que é esperado de mim ? É esperado que você agrupe os três ingredientes que compõe a competência, apelidado por muitos de CHA: conhecimento, habilidade e atitude. Portanto não adianta ter apenas um ou dois, os três precisam aparecer juntos para considerarmos a pessoa competente.

Conhecimento é o saber, o que aprendemos na escola, no trabalho, na vida.
Habilidade é o querer fazer aquilo que eu conheço
Atitude é o querer fazer aquilo que eu sei

E como funciona na prática? Vou dar um exemplo que vai agradar algumas pessoas e outras nem tanto que é o Rogério Ceni. Não basta que ele saiba como evitar que a bola entre no gol (conhecimento), ou como se faz um bom lançamento (habilidade), mas ele precisa ter atitude, isto é, a vontade, a garra de fazer tudo aquilo que aprendeu até então para que seu time vença a partida (atitude/resultado)! Ele, por exemplo, mesmo após o término dos treinos colocava a barreira fixa e ficava cobrando faltas. Isso é ter atitude!

Existem dois tipos básicos de competências: competências técnicas e competências comportamentais. Didaticamente podemos separar o CHA, em CH para as competências técnicas e o A para as competências comportamentais.

Competências técnicas são aquelas que o profissional adquire através da educação formal, treinamentos ou experiência profissional, como por exemplo: formação superior, especialização, cursos profissionais, etc.

Competências comportamentais são aquelas que possibilitam chegar ao resultado desejado. Podem ser inerentes às características pessoais ou podem ser obtidas ou aprimoradas através do convívio social ou capacitação. Elas são transmitidas pelo exemplo e dependem muito mais da postura e atitudes das pessoas. Exemplos: iniciativa, comprometimento, trabalho em equipe, liderança, etc.

Hoje temos pesquisas, como o trabalho de Mcall e Lombardo do Center for Creative Leadership, que nos mostram os principais fatores que prejudicam a carreira. São eles:

Principais fatores que prejudicam a carreira

  • Problemas de relacionamento.
  • Dificuldades para selecionar e construir equipes.
  • Dificuldades em fazer a transição de uma função técnica para uma função de liderança.
  • Dificuldade em ter foco.
  • Percepção muito estreita de sua função.
  • Problemas com mudanças e adaptações.Fica claro então que após a conquista das habilidades técnicas é fundamental o desenvolvimento das competências comportamentais.

    Você já pensou em quais são as competências que podem contribuir mais para alavancar a sua carreira? Reflita alguns momentos sobre isso. Será que é ter mais iniciativa, melhorar a comunicação ou fazer melhor o marketing pessoal ?http://www.efetividade.net/2010/02/04/o-papel-das-competencias-em-seu-crescimento-profissional/